Da vida pouco sabia, sabia mais da madruga e de noites frias, sabia que os ventos gelados do inverno empurravam as velas da embaraçao sabia da bussola já quebrada e que as estrelas estariam ali pra determinar sua posição, estariam ali depois e antes de sua morte.Vento o mar e remar é preciso sabedoria pra guiar a embarcação um tanto de fé um tanto de intuição e sabedoria sobre, o relevo.Mesmo sabendo de tudo isso navegar nunca era igual os mares nunca são os mesmos nem a forma de encará-los. quando mais se navega menor se parece diante da imensidão.
Não a linha de chega nem um "X" no mapa é preciso se perder pra se encontrar navegar nunca é em vão por vez nos mantemos preso a velhas ilhas velhos corais por medo do "marzão" o naufrágio é inevitável mas quantas marcas terá a proa isso nossas viagens dirão.
As ondas quebram no barco nao tao velho e já calejado remar não é uma opção então o mar nos leva junto com o vento rezando pra que "lá" esteja o conforto de outra vida.
Não há nada de muito novo nesse diário de bordo nem nada muito fácil mas navegar é preciso.